Os medicamentos ocupam um papel importante no sistema de saúde, pois salvam vidas e melhoram a saúde. No entanto, para que um medicamento cumpra seu papel, seja como paliativo ou curativo, não basta que se apresente acessível e com padrão de qualidade farmacopéico, devendo ser acompanhado de informação apropriada. A qualidade da informação que acompanha um medicamento é tão importante quanto a qualidade do princípio ativo. A informação e a promoção dos medicamentos podem influenciar em grande medida a forma como os medicamentos são utilizados.
O êxito alcançado na investigação científica e tecnológica tem produzido um acúmulo crescente de conhecimentos gerando um grande número de publicações. Entretanto, a velocidade de divulgação e a apropriação destes conhecimentos pela população têm sido deficientes. O problema não é a inexistência de informação, mas, precisamente, o acesso a mesma.
A necessidade de serviços de informação sobre medicamentos é evidente quando se considera que os poucos documentos que estão ao alcance de profissionais de saúde costumam ser fornecidos pela indústria farmacêutica, portanto, o resultado da informação tem um alto componente publicitário e comercial.
Os Centros de Informação sobre Medicamentos (CIM) surgiram com a finalidade de oficializar um serviço organizado de fontes informativas disponíveis com pessoal qualificado para atender os diversos questionamentos.
As atividades de um CIM podem ser enquadradas em duas grandes áreas:
INFORMAÇÃO ATIVA – É aquela em que a iniciativa da comunicação é do farmacêutico informador, o qual analisa que tipo de informação pode ser necessária e seus possíveis usuários (médicos, farmacêuticos, odontólogos, enfermeiros, pacientes e outros) e encontra uma via de comunicação para suprir estas necessidades. Exemplos de atividades dessa natureza são: materiais impressos (boletins, folhetos, panfletos, colunas em jornais); realização de eventos (peças teatrais, palestras); visitas domiciliares; entre outras.
INFORMAÇÃO PASSIVA – É aquela que é oferecida em resposta à pergunta de um solicitante. O farmacêutico informador espera passivamente que o interessado lhe faça a pergunta. Exemplo: Responda às perguntas relacionadas ao uso de medicamentos.
Estruturar e manter um Centro de Informações sobre Medicamentos não é uma iniciativa simples. Existe um longo período a ser percorrido entre a instalação do serviço e o alcance do nível desejado de relevância para a comunidade. O serviço vai se estruturando lentamente até alcançar um equilíbrio entre oferta e demanda.
O Centro de Informações de Medicamentos de Quixadá não é diferente, as limitações existem e todas são consideradas e refletidas. Afinal, o CIMQ é um importante elo com a comunidade, pois serve de um campo de estágio para os futuros farmacêuticos onde além de desenvolver habilidades, eles também exercem cidadania.
O êxito alcançado na investigação científica e tecnológica tem produzido um acúmulo crescente de conhecimentos gerando um grande número de publicações. Entretanto, a velocidade de divulgação e a apropriação destes conhecimentos pela população têm sido deficientes. O problema não é a inexistência de informação, mas, precisamente, o acesso a mesma.
A necessidade de serviços de informação sobre medicamentos é evidente quando se considera que os poucos documentos que estão ao alcance de profissionais de saúde costumam ser fornecidos pela indústria farmacêutica, portanto, o resultado da informação tem um alto componente publicitário e comercial.
Os Centros de Informação sobre Medicamentos (CIM) surgiram com a finalidade de oficializar um serviço organizado de fontes informativas disponíveis com pessoal qualificado para atender os diversos questionamentos.
As atividades de um CIM podem ser enquadradas em duas grandes áreas:
INFORMAÇÃO ATIVA – É aquela em que a iniciativa da comunicação é do farmacêutico informador, o qual analisa que tipo de informação pode ser necessária e seus possíveis usuários (médicos, farmacêuticos, odontólogos, enfermeiros, pacientes e outros) e encontra uma via de comunicação para suprir estas necessidades. Exemplos de atividades dessa natureza são: materiais impressos (boletins, folhetos, panfletos, colunas em jornais); realização de eventos (peças teatrais, palestras); visitas domiciliares; entre outras.
INFORMAÇÃO PASSIVA – É aquela que é oferecida em resposta à pergunta de um solicitante. O farmacêutico informador espera passivamente que o interessado lhe faça a pergunta. Exemplo: Responda às perguntas relacionadas ao uso de medicamentos.
Estruturar e manter um Centro de Informações sobre Medicamentos não é uma iniciativa simples. Existe um longo período a ser percorrido entre a instalação do serviço e o alcance do nível desejado de relevância para a comunidade. O serviço vai se estruturando lentamente até alcançar um equilíbrio entre oferta e demanda.
O Centro de Informações de Medicamentos de Quixadá não é diferente, as limitações existem e todas são consideradas e refletidas. Afinal, o CIMQ é um importante elo com a comunidade, pois serve de um campo de estágio para os futuros farmacêuticos onde além de desenvolver habilidades, eles também exercem cidadania.

Vamos comentar e dar sugestões de temas!!!!
ResponderExcluir